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Projeto COSTA

Este projeto é financiado pela Marine Turtle Conservation Fund da US Fish and Wildlife Service e o Archie Carr Center for Sea Turtle Research, é coordenado por uma equipa do Instituto do Mar (IMAR) e do Programa de Observação para as Pescas dos Açores (POPA), e conta com a colaboração do Observatório dos Açores (OMA), da Direcção Regional dos Assuntos do Mar (DRAM) e da Direcção Regional das Pescas (DRP) do Governo dos Açores, e do Instituto Politécnico de Leiria (IPL). O COSTA conta ainda com a colaboração de armadores, mestres e tripulações dos palangreiros de superfície, aos quais estamos muito agradecidos pela cooperação.

Nos Açores ocorrem cinco espécies de tartarugas marinhas, todas elas consideradas ameaçadas ou em perigo de extinção:

 

  • Tartaruga-careta (Caretta caretta)

  • Tartaruga-verde (Chelonia mydas)

  • Tartaruga-de-escamas (Eretmochelys imbricata)

  • Tartaruga-de-Kemp (Lepidochelys kempii)

  • Tartaruga-de-couro (Dermochelys coriacea)

Tartarugas marinhas nos Açores
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A tartaruga-careta é a espécie avistada com mais frequência nos Açores, em exclusivo na fase juvenil. Através da colaboração entre o Departamento de Oceanografia e Pescas (DOP) da Universidade dos Açores e a Universidade da Flórida, descobriu-se que os indivíduos avistados na nossa região correspondem ao chamado “Lost Year” ou ano perdido. Trata-se duma fase da vida em que as tartarugas de classes de comprimento intermédio (carapaças com comprimento curvo entre 10 e 65 cm) não são encontradas nas costas da Flórida, onde nascem, mas sim “perdidas” no Atlântico Norte. Neste período que começa logo após a eclosão dos ovos até aos 15 anos de idade, as pequenas tartarugas demostram um comportamento estritamente oceânico. Estudos complementares demonstraram que os Açores, com a sua riqueza de habitats e fenómenos oceânicos, representam uma área essencial para esta fase de vida da tartaruga-careta.

Ameaças

O “Lost Year” é uma fase crítica na vida destes animais devido à elevada mortalidade tanto natural como antropogénica. Em particular, as capturas acidentais de tartarugas-careta em operações de pesca de palangre de superfície, dirigidas a espécies como o espadarte e o tubarão azul, representam um risco potencial para a conservação desta espécie. Outras ameaças passam pela poluição e fenómenos relacionados com as alterações climáticos.

Pesca

Predação

Poluição

Alterações climáticas

Objetivos do projeto
  • Recolha de dados sobre as capturas acidentais de tartarugas na região através de observadores de pesca;

  • Recolha de dados biológicos e demográficos;

  • Revitalizar, restruturar e consolidar o já existente programa de marcação levado a cabo pelo IMAR/DOP;

  • Promover boas práticas de manuseamento de tartarugas por parte dos pescadores;

  • Envolver e estimular as comunidades locais e os turistas que visitam a região a participar em acções de conservação;

Reabilitação
Investigação
Educação Ambiental